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O primeiro-ministro e o BE convergiram hoje na maioria das condições impostas pelos bloquistas para uma operação de “limpeza da banca”, divergindo apenas na questão do Novo Banco, com António Costa a não se comprometer com uma solução definitiva.

 

O primeiro-ministro e o BE convergiram hoje na maioria das condições impostas pelos bloquistas para uma operação de “limpeza da banca”, divergindo apenas na questão do Novo Banco, com António Costa a não se comprometer com uma solução definitiva.

“Para início da conversa não estamos mal, convergimos quanto à intenção, estamos de acordo em quatro das cinco condições e quanto à quinta vamos ver”, afirmou o primeiro-ministro no debate quinzenal da Assembleia da República, em resposta à proposta da porta-voz do BE, Catarina Martins, para “um programa de limpeza da banca”.

A única divergência encontrada por António Costa refere-se ao Novo Banco, com o BE a defender que deve ficar como banco público, “com uma operação viável e de longo prazo”, e o primeiro-ministro a admitir não saber se concorda com essa solução, garantindo apenas que será escolhida a fórmula que implique menor custo para os contribuintes e melhor assegure a estabilidade do sistema financeiro e o funcionamento da economia.

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