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O encontro, denominado cimeira do B7 (do inglês “Business”) contou com a participação das maiores organizações de representantes do setor privado do Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Estados Unidos e Japão, assim como o primeiro-ministro nipónico, Shinzo Abe.

Na reunião, que se celebra todos os anos desde 2007 no país que preside ao G7 e acolhe a cimeira de líderes, os empregadores analisaram a atual situação económica global, sublinhando a sua preocupação com os efeitos da desaceleração da China e de outros países emergentes.

O presidente da entidade empregadora japonesa, Sadayuki Sakakibara, pediu aos chefes de Governo do G7 que enviem “uma mensagem clara sobre para onde querem encaminhar a estratégia económica”.

“Os representantes patronais esperam que os líderes ativem todas as medidas políticas necessárias, incluindo estímulos fiscais, para relançar a economia global”, assinalou o responsável da associação empresarial nipónica Keidanren.

O primeiro-ministro japonês instou o setor privado a aumentar os seus investimentos de capital para promover a inovação e o desenvolvimento.

“Os países do G7 têm a responsabilidade de eliminar os riscos que enfrenta a economia global e de encontrar um caminho de crescimento estável”, disse Abe.

O Japão, atualmente a presidir o G7, pretende acentuar a importância da ativação de estímulos fiscais perante a atual incerteza económica global, durante a cimeira do grupo no país, nos dias 26 e 27 de maio.

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