Investigadores desenvolvem embriões humanos de duas semanas

Investigadores desenvolvem embriões humanos de duas semanas

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Cientistas criaram e desenvolveram pela primeira vez em laboratório, e na história, embriões humanos de duas semanas, fora do corpo da mãe.

Investigadores das universidades de Cambridge, no Reino Unido, e Rockefeller, nos Estados Unidos, interromperam deliberadamente o crescimento dos embriões antes dos 14 dias permitidos pela legislação britânica, para os estudar.

Até agora, os cientistas só tinham sido capazes de estudar embriões humanos como cultura em laboratório até ao sétimo dia de desenvolvimento, quando tinham que implantá-los no útero da mãe para que sobrevivessem e continuassem a desenvolver-se.

Além de proporcionar um avanço no entendimento da biologia humana, o conhecimento adquirido no estudo destes desenvolvimentos deve ajudar a melhorar os tratamentos de fertilização in-vitro (IVF) e induzir novos progressos no campo da medicina regenerativa, comunicaram os investigadores.

O estudo também chama a atenção para uma lei internacional que impede os cientistas de desenvolverem embriões humanos além dos 14 dias e sugere que este limite pode ter que ser revisto.

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