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Os empresários de Paços de Ferreira e Paredes detidos, esta quarta-feira, por suspeitas de fraude fiscal e branqueamento de capitais, vão aguardar o julgamento em liberdade, depois de terem sido ouvidos no Tribunal do Marco de Canaveses.

Miguel Costa e o irmão, que são apontados como os mentores deste esquema, são proprietários de uma fábrica de móveis em Carvalhosa, no concelho de Paços de Ferreira. A estes foi-lhes imputada a obrigação de apresentações semanais na GNR e a inibição de contacto com os restantes arguidos.

Já Bruno Taipa, o contabilista que terá passado faturas fictícias, foi colocado em liberdade, mediante o pagamento de uma caução, no valor de 30 mil euros. Jorge Peixoto foi também colocado em liberdade, após o pagamento de uma caução, no valor de 5 mil euros.

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