João Ribeiro continua Super

João Ribeiro continua Super

63.º Ralicross de Lousada – Costilha recebeu abertura da época

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Na Super 1600, também o paredense João Ribeiro continua imparável. O bicampeão, mais uma vez aos comandos do “velhinho” Saxo arrancou como uma flecha e aos poucos foi galgando terreno para os adversários ganhando a corrida com relativa tranquilidade e uma diferença de 6,5 segundos para Ricardo Soares, também em Citroen Saxo. O último lugar do pódio foi para o outro piloto da Bompiso Racing, Mário Teixeira em Ford Fiesta.


“Foi uma vitória o que é sempre bom e a melhor forma de começar. Claro que o tempo não ajudou e quase uma corrida de lotaria, mas vencemos que era o mais importante e um bom incentivo para o resto do campeonato. O Saxo é um carro velhinho por assim dizer, mas com tudo recente, tem uma boa carroçaria com provas dadas em todo o mundo, não só aqui no ralicross e comigo, até porque foi 1.º e 2.º hoje nestas condições. Tenho um grande carro e o melhor de tudo é a equipa, eu só tenho de me dedicar a conduzie e sempre que me sento na carro ele está perfeito”, disse João Ribeiro que dividiu os louros da vitória com toda a estrutura, confessando ser ainda cedo para tirar conclusões: “este ano temos carros muito mais evoluídos e a concorrência é forte. O resultado de hoje não indica nada, muito pelo contrário. Há bons pilotos e alguns que ficaram fora da final acredito que possam discutir a vitória na próxima corrida, mas nós estamos cá para vencer e vamos dar o melhor possível”.


Dois oito pilotos classificados para a final, quatro eram de Lousada. José Queirós (Peugeot 206) e o regressado Hélder Ribeiro (Citroen C2) não evitaram a confusão na segunda curva e desde logo ficaram arredados dos lugares da frente. Joaquim Machado (Peugeot 208) também perdeu demasiado tempo na primeira volta, mas ainda recuperou até ao 4.º posto e numa altura em que tentava chegar aos lugares do pódio um ligeiro erro fê-lo perder duas posições. “Tentei chegar ao terceiro classificado para, depois, lutar por um lugar no pódio. Infelizmente fui traído pelo piso muito escorregadio, pois sair dos ‘trilhos’ podia significar um despiste. Na esquerda longa o carro fugiu demais e perdi duas posições”, esclareceu Joaquim Machado que no final foi ainda penalizado com 10 segundos por calcar a linha de partida.


Com isso, o melhor lousadense acabou por ser Sérgio Dias, que após vencer a A 1600 em 2017 e um ano sabático, regressa a competição para participar naquela que é hoje considerada a “Divisão Rainha” e estreou o novo Renault Twingo.

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