Isto “Stalin(do)” está! O cartaz da JSD que promete dar que falar

Isto “Stalin(do)” está! O cartaz da JSD que promete dar que falar

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Foto DR

A decisão do Governo de António Costa em cortar os apoios financeiros dados atualmente a 78 colégios privados tem originado polémica não só no quadrante social, com manifestações de pais e professores, como também no quadrante político.

E nesta senda, a Juventude Social-Democrata pronuncia-se esta segunda-feira, em comunicado enviado às redações, acerca da temática sublinhando que “os contratos de associação são um instrumento de política pública de educação com dezenas de anos”.

Para a JSD, o mais importante é que o país desenvolva aquele que é o “melhor modelo educativo para cada criança e jovem português”.

“E o melhor modelo não é o que agrade mais ao comunista Mário Nogueira, que há muitos anos que não sabe o que é dar aulas”, lê-se na nota enviada às redações, na qual a ala jovem do PSD sublinha também que o “melhor modelo não é o que mais agrade aos presidentes de Câmara, ao Ministro da Educação, aos diretores dos colégios ou a qualquer outro interveniente nesta polémica”.

“O melhor modelo é aquele que prepare melhor as crianças e jovens portugueses”, aponta a mesma nota.

Assim, a JSD deixa claro que defende “o acesso, sem restrições, a uma educação gratuita e de qualidade para todos” e acusa o Governo de estar a “mentir” aos portugueses quanto à poupança que esta decisão traz aos cofres do Estado, pois os cortes levam ao despedimento de docentes o que, por sua vez, aumenta os custos para a “já periclitante Segurança Social” em termos de subsídios de desemprego.

“Quantos milhões serão gastos? E quantos milhões mais custará rasgar os contratos de associação que o Governo decidiu incumprir? Nunca é demais relembrar a este Governo protocomunista que os fundos públicos não são um saco sem fundo”, acrescenta o comunicado.

Antes de concluir a nota enviada às redações, a JSD questiona o que “justifica a despesa na construção de escolas novas onde já existiam escolas com contrato de associação” para, de seguida, dar a resposta: “Atendendo ao papel do PS no festival da Parque Escolar e a sua relação com empresas de construção, a justificação parece estar implícita”.

Acusando ainda o Governo de recusar pedir um “estudo profundo e rigoroso sobre os custos de financiamento dos diversos sistemas”, a JSD termina, garantindo que “este Governo protocomunista não quer, nunca quis, decidir em função do bem público, e pretende tão só e apenas fazer boa figura nos exames trimestrais perante o corporativismo sindical”.

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