Dívida portuguesa aliviada a dois e cinco anos, mas sobe a 10...

Dívida portuguesa aliviada a dois e cinco anos, mas sobe a 10 e 20

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Os prazos mais curtos estão a sentir mais facilidades, mas nem tudo são rosas nos mercados. Investidores pressionam títulos nacionais mostrando desconfiança a longo prazo.

A ajuda constante do BCE ao sistema financeiro da zona euro e a crescente instabilidade no Reino Unido após o voto do Brexit criou um contexto favorável para a dívida dos países periféricos, principalmente nos títulos de curto prazo.

As variações em agosto têm sido grandes, mas a tendência levou a um ligeiro alívio dos custos de financiamento implícito das Obrigações do Tesouro, principalmente nas maturidades mais curtas.

A seis meses, os Bilhetes do Tesouro estão a cair mais de 16%, uma variação impressionante mas comum no título mais volátil da dívida nacional; de dois a 7 anos, as quedas nos juros também são uma realidade, apesar de nenhuma destas Obrigações do Tesouro perder mais de 1% da taxa registada no final de sexta-feira.

Os títulos a oito anos são os primeiros a registar um ligeiro agravamento dos custos, que se estende até aos títulos a 20 anos. Destaque para a subida de 0,14% nas Obrigações do Tesouro a 10 anos, os mais utilizados para medir a confiança de longo prazo dos investidores do mercado secundário.

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