Diocese de Vila Real revalida conquista da Clericus Cup

Diocese de Vila Real revalida conquista da Clericus Cup

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A diocese de Vila Real venceu na quarta-feira a 14.ª edição da Clericus Cup, que este ano realizou-se em Lousada. Os padres “transmontanos” sagraram-se assim bicampeões e para tal venceram na final os Vicentinos Alentejanos, por 5-1. O padre Castanheira abriu o placard logo nos instantes iniciais e o padre Adão fechou a contagem para os vencedores. Pelo meio, o melhor marcador da competição com 15 golos, o padre André Meireles “Meira” fez mais um hat-trick. No último lance do jogo, o guarda-redes Bruno, da marca da grande penalidade, apontou o tento de honra dos “alentejanos”.


A formação alentejana foi mesmo uma das surpresas da prova ao chegar à final, deixando pelo caminho equipas como a Arquidiocese de Braga, a Diocese de Viana do Castelo ou Viseu e até mesmo a do Porto que tinha grandes aspirações na edição deste ano, que organizou.


E, um dos duelos mais emotivos foi mesmo a meia-final entre Vila Real e Porto, que só aconteceu porque nos bastidores rezava a informação de que os “visitantes” perderam propositadamente o derradeiro jogo da fase de grupos. Este jogo foi presenciado inclusive pelo Bispo Auxiliar do Porto, D. Pio Alves que assistiu à vitória de Vila Real por 3-1.

Além da rivalidade coletiva, este jogo teve igualmente um duelo individual entre o padre Paulo Godinho e o padre André Meireles, que concorriam ao prémio de melhor marcador. E, foram, curiosamente, estes dois que fizeram mexer o placard no último minuto da primeira parte. Primeiro André Meireles e, logo na resposta, Paulo Godinho saltou do banco para fazer o empate. Na segunda parte, Vila Real fez valer a sua superioridade e André Meireles apontou mais dois golos, o último de grande penalidade ao cair do pano.
muito disputada foi igualmente a outra meia-final, com os Vicentinos a levar a melhor sobre Viana do Castelo (4-3).

Só os árbitros foram poupados

Fazendo um paralelismo com uma competição desportiva “normal” a única diferença foi a poupança verbal a que os árbitros estiveram sujeitos, pois a rivalidade entre eles já foi “vinho de outro cálice”. Na cerimónia de abertura, o presidente da autarquia havia alertado para o facto de estar atento aos impropérios que seriam proferidos dentro da quadra de jogo e se nos primeiros dias as coisas correram com grande normalidade, com o avançar da prova e o aproximar das decisões o temperamento e a personalidade dos “homens da batina” fez-se sentir, chegando mesmo a haver os habituais “chega pra lá” e os tradicionais “passa à bola…”.

Resultados

GRUPO A
Porto, 1 – Vicentinos, 0
Lamego, 2 – Viseu, 2
Porto, 2 – Viseu, 1
Vicentinos, 4 – Lamego, 1

GRUPO B
Vila Real, 7 – Braga, 2
Guarda, 1 – Viana do Castelo, 6
Vila Real, 2 – Viana do Castelo, 4
Guarda, 0 – Braga, 12

Porto, 1 – Vila Real, 3 (Meia-final)
Viana, 3 -Vicentinos, 4 (Meia-final)
Braga, 7 – Viseu, 1 (5.º e 6.º)
Lamego, 0 – Guarda, 0 – 4-3 gp (7.º e 8.º)
Porto, 1 – Viana, 3 (3.º e 4.º)
Vila Real, 5 – Vicentinos, 1 (final)

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