PAREDES, A EUROPA É AQUI!

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No próximo domingo dia 26 de Maio de 2019, realizam-se as eleições para o Parlamento Europeu, e vivendo o País e a Europa um período difícil e decisivo da sua já longa história afigura-se decisivo que todos os eleitores compreendam o papel que lhes cabe pelo exercício do direito de voto, para darem o seu contributo e reforçar os princípios que estiveram na base daquilo que hoje se denomina por união europeia, saída do pós- guerra 1938-1944, que são, entre outros, a paz duradoura, a unidade a igualdade a liberdade a segurança e a solidariedade entre os povos.
E pelo voto, independentemente dos partidos políticos com quem mais nos identificamos, é para mim, em consciência, imperioso que se combata o “flagelo” da abstenção, e dessa forma ganharmos, enquanto País, uma posição de relevo no parlamento europeu.
Mas se é importante votar, independentemente dos Partidos, não menos importante é sabermos que perfis se perfilaram para nos representarem em Estrasburgo, sede do Parlamento Europeu, e pela diferença que existe naqueles que se apresentam a sufrágio e então, com convicção fazermos a escolha.
Dito de outro modo “votar com cruz” e não, “votar de cruz”.
E aqui chegados, convém esclarecer que, por mais esforços que o Partido Socialista faça para esconder o seu candidato, e a reduzir o máximo possível, o seu contacto com as populações ou falar o menos possível para a comunicação social, o cabeça de lista não é António Costa mas sim, o cidadão que aparece ao seu lado em todos os cartazes, Pedro Marques.
Talvez por isto, o primeiro – ministro tirou licença para a campanha, deixando a agenda da governação numa gaveta de São Bento para estar diariamente com o seu candidato.
E quem é Pedro Marques?
É esse mesmo, é o candidato que, enquanto ministro visitou Paredes para com toda a “pompa e circunstância” anunciar a megalómana construção da linha ferroviária do Vale do Sousa numa segunda-feira de braço dado com Alexandre Almeida, e no dia seguinte afinal, já não seria bem assim, mas que iria fazer um estudo para avaliar se valeria a pena estudar a construção da dita linha.
Falta de verdade com chancela de ministro e de autarca.
É pois um candidato que se apresenta em modo “fake”, apoiado pelo presidente da Câmara de Paredes, Alexandre Almeida, que pelos vistos terão “estudado” pelos mesmos livros, basta recordar que, tal como em Paredes o socialismo não nos trouxe mudança nenhuma e nem o prometido IMI baixou num ano para a taxa mínima.
O candidato do PS também diz sem rir, que foi feito o maior investimento na ferrovia, mas assistimos aos motores dos comboios a caírem aos pedaços, à diária supressão de linhas, em que os fundos europeus destinados para os caminhos-de-ferro tem com uma das piores taxas de execução de sempre, algo não bate certo, e em ano eleitoral ”atiram areia para os olhos das pessoas” empurrando com a barriga para 2030.
Promessas ”sem rumo” e “fundo(s)”, nem vê-los!
E por isso é de destacar a alternativa, e a alternativa está no CDS.
É importante lembrar que quando se fala de um dos principais problemas que assolam o velho continente é a questão dos extremismos, e os extremismos são extremismos, tanto de esquerda como de direita, e na verdade em Portugal já temos um governo que tem como seus principais aliados forças políticas de extrema-esquerda, que defendem a saída da zona euro, bem como, em alguns casos a saída da União Europeia, e ao mesmo tempo conseguem apoiar o regime venezuelano e a fome que por lá se passa.
Parece mentira?
Sim, mas não é!
A máquina de propaganda política das esquerdas assobia para o lado, como se não fosse nada.
Para a Europa, com Nuno Melo como cabeça de lista e acompanhado de Pedro Mota Soares a número 2, o CDS defende políticas que ressalvem o melhor aproveitamento dos fundos comunitários, como por exemplo na agricultura, no mar, na ferrovia, na execução de medidas que defendam as alterações climáticas entre outros aspetos.
Este é o programa do CDS, claro e transparente, mais dinheiro da europa para investir na proteção social, quer seja nas escolas, hospitais, lares de terceira idade.
Mais meios para o combate ao cancro bem como mais equipamentos sociais e desportivos, mais e melhor investimento para as famílias, criação de mais programas de apoio à natalidade, mais dinheiro para cuidar dos idosos em casa e mais creches para os mais novos.
Defendemos também mais dinheiro para o ambiente, com programas de limpezas das nossas fantásticas praias, para o armazenamento de água, recurso que tanta falta faz ao nosso país em tempos de secas que se avizinham e que este governo socialista não soube aproveitar para ser o “bom aluno”.
A pergunta que se impõe é, como é que o candidato do PS, apoiado pelo Presidente da Câmara de Paredes, e esteve com a pasta da execução dos fundos europeus e como é que este governo não usou quase 2 mil milhões de euros?
A resposta é simples mas dolorosa, é que esteve governo socialista e da geringonça, fez de Portugal o país que menos investimento público faz em toda a zona euro, e essa é uma das principais razões para a nossa falta de crescimento.
Mas não só, como é vinham para virar a página da austeridade, e ao mesmo tempo impõe a maior carga fiscal de sempre, incluindo os tempos da “troika”, trazida pelo PS?
Sabemos que com o dinheiro que não aproveitamos da Europa podíamos ter hoje, mais emprego, mais saúde, melhor ambiente e mais segurança, e por isso, no próximo domingo a alternativa está no voto no CDS.
Faça acontecer.
Porque Paredes, a Europa também é aqui.

Jorge Ribeiro da Silva
vice-presidente do CDS Paredes

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