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Presidente da Câmara de Lousada defende que construção de um quartel implica financiamento comunitário

Autarca adverte que localização do futuro quartel terá de ficar no casco urbano da vila, numa zona central de forma e que permita aos bombeiros, na sua maioria voluntários, sentirem-se integrados.

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O presidente da Câmara de Lousada, Pedro Machado, revelou ao YES Noticias que a construção de um quartel dos bombeiros na vila sendo um objetivo prioritário terá de obedecer a financiamento comunitário.

“A construção de um novo quartel é uma prioridade, mas temos de ter noção das dificuldades. Só será possível construir um quartel quando existir financiamento comunitário para o efeito, coisa que não existiu neste quadro comunitário. Houve já disponibilidade financeira, fundos comunitários para a requalificação dos quartéis existentes. A corporação fez uma tentativa de aquisição de um terreno contíguo ao quartel para fazer a sua requalificação  e ampliação, mas essa tentativa gorou-se e, portanto, não é  possível, pelos menos, a ampliação. Não sei como vai ser o próximo aviso, se vai  contemplar, também, a construção de raiz. Se não acontecer isto agora, em sede de reprogramação, poderá acontecer no futuro. O que interessa, também, é que a corporação se posicione, vá tratando deste assunto de ter  ama alternativa, um terreno, aqui, no centro para o efeito, e a médio prazo se possa partir para outra fase que será a construção de raiz”, disse, reiterando que a construção de um novo quartel implicam valores elevados que carecem de financiamento comunitário para o efeito.

Falando daquela que seria a localização ótima do novo quartel dos Bombeiros de Lousada, o autarca realçou que esta terá no centro urbano, no casco urbano, próximo dos bombeiros, na sua maioria voluntários.

“Tem que ser um local que obedeça a determinados requisitos, um é a fluidez de trânsito, mas outro, tão importante como este, é a proximidade ao casco urbano porque a corporação assenta sobretudo no voluntariado e de uma maneira geral os voluntários querem e gostam de estar no centro da vila. Se eles estivarem afastados do centro é uma limitação e isso pode-se ressentir na disponibilidade desse voluntariado”, frisou.

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